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Educação financeira a dois: como dividir as contas do casal?

Jornadas da Vida - Casei Seguro Por Jornadas da Vida – Casei Seguro
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ícone de calendário indicando a data da publicação​ Criado em 24/04/2023 | Atualizado em 12/06/2023

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Quer saber como dividir as contas do casal? Confira nosso artigo completo e veja as dicas valiosas que preparamos para você!

Saber como dividir as contas do casal é uma forma de construir um futuro financeiro saudável juntos.

Em outras palavras, uma viagem, um carro novo ou até um filho, por exemplo, são planos que costumam ocorrer bem com casais financeiramente disciplinados.

Na prática, isso não é tão fácil. A disciplina financeira de ambos é importante, de modo que os gastos desnecessários sejam cortados e sobre mais dinheiro no fim do mês para que esse sonho se torne realidade. Siga conosco para receber dicas valiosas sobre como gerenciar as finanças do casal!

Estabeleçam prioridades

Vamos imaginar o cenário em que o casal mora em um imóvel alugado. Logo, entende-se que uma das prioridades é comprar uma casa própria, pois o aluguel consome uma grande parte da renda mensal do casal.

Dado o contexto, ambos precisam ter disciplina financeira para que esse objetivo um dia se torne possível.

Outro cenário: o casal já tem casa própria, mas está planejando filhos. Por consequência, quer comprar um carro maior. Junto a isso, vêm os custos para bancar os estudos das crianças, da escola até a faculdade.

Uma boa alternativa é procurar investimentos com boa rentabilidade, inclusive, que “paguem” a inflação.

Além dos já populares Tesouro Direto e CDB, existem as alternativas que podem pagar taxas de juros acima da média, fazendo o dinheiro do casal se multiplicar mais rapidamente.

Ajustem metas pessoais para saber como dividir as contas do casal

Este tópico consiste em explicar como cada um deve alinhar as suas metas para ficar dentro da recomendação de até 60% da renda para as despesas fixas.

Tal percentual pode ser considerado plausível também a um casal que mora de aluguel, visto que sobra um bom dinheiro para diversões, viagens e investimentos, por exemplo.

Considerando que o objetivo desse casal é adquirir uma casa própria, é preciso planejar e implementar metas.

Inclusive, isso é usado em empresas, na intenção destas serem eficientes e lucrativas. Na prática, é importante estabelecer metas de poupança e prazos para cada um. Logo, alguns gastos supérfluos podem ser cortados, sendo importante um apoiar o outro neste esforço.

Façam planos juntos

Cada casal precisa preservar sua privacidade. Mas é bom que seja assim na hora de fazer planejamentos. Em outras palavras, as decisões financeiras devem ser tomadas juntos.

Afinal, ao entender como dividir as contas do casal, as chances dos sonhos se concretizarem serão maiores.

Se, porventura, o homem ou a mulher for resistente em algum ponto, é importante discutir os benefícios de se planejar e dividir as contas do casal da melhor maneira. Ou ainda, ser mais flexível e chegar a um meio-termo que seja vantajoso aos dois.

Talvez, um ponto que gera divergência entre o casal seja em relação aos filhos. Um pode achar que dois filhos ou mais pode ser muito caro e trabalhoso. Enquanto o outro considera isso uma questão secundária. Em resumo, todas as diferenças devem ser resolvidas através do diálogo e da compreensão mútua.

Colaborem proporcionalmente para dividir as contas do casal

Supondo que o homem tenha renda maior que a da mulher, é recomendado que os gastos mensais sejam assumidos por ele, de modo proporcional.

Por exemplo, como dividir as contas do casal se ele ganha 5 mil reais por mês e a mulher 3 mil? Considerando que os gastos mensais são de 60% do salário deles somados, chega-se a um gasto fixo de 4.800 reais.

Logo, a contribuição recomendada do homem é de 3 mil reais, enquanto a da mulher é de 1.800 reais.

Vale ressaltar que poderá haver meses em que os gastos serão maiores, como a compra de algum móvel no cartão de crédito. Todavia, esse primeiro cenário pode dar maior clareza ao casal na hora de estabelecer prioridades.

Outra possibilidade é se o casal de noivos resolver fazer o casamento sem festa. Existem até vantagens em relação a isso, mas sempre é bom pesar com cautela todas as questões envolvidas e tomar a melhor decisão.

Um questionamento que pode surgir é sobre a diferença entre aliança de noivado e de casamento — é realmente necessário comprar as duas opções?

Como dividir as contas do casal e se preparar para imprevistos

Este é um tópico que merece muita atenção. Casais com uma boa estabilidade podem, às vezes, não estar devidamente preparados para situações adversas.

Portanto, na hora de entender como dividir as contas do casal, é importante reservar uma parte da renda para se prevenir contra imprevistos. A seguir, você pode conferir uma lista com algumas das situações que podem acontecer:

  • algum parente próximo morre e um ou os dois precisam lidar com os gastos do funeral, que não costumam ser baixos;
  • pessoas doentes na família, o que demanda também gastos elevados com hospital e remédios;
  • acidentes, de modo que o homem ou a mulher fiquem incapacitados temporariamente para o trabalho;
  • um dano ao automóvel do casal, que pode exigir um valor elevado para o seu conserto.

De fato, prevenir é melhor que remediar. Dito isso, o casal pode optar por duas alternativas, sendo estas não excludentes: ter uma reserva de emergência e contratar um seguro de vida. A seguir, explicamos melhor cada uma delas.

Reserva de emergência

A reserva de emergência consiste em ter um valor correspondente aos gastos mensais multiplicados, pelo menos, por seis meses de despesas.

Retornando aos números do casal, se juntos eles gastam mensalmente 4.800 reais, a reserva de emergência deles deveria ser de 28.800 reais.

Um ponto de suma importância na hora de entender como dividir as contas do casal é que o lugar onde será aportada a reserva de emergência deve ter liquidez.

Significa que, quando o casal precisar do dinheiro, ele estará prontamente disponível. Além disso, a aplicação deve ter um rendimento superior à inflação, para que renda sem se desvalorizar, sobretudo se não for preciso resgatar no curto prazo.

Contratação de um seguro de vida

O seguro de vida não é considerado um investimento no âmbito técnico. No entanto, pode ser bastante útil. Por exemplo, em caso de acidente, doença, internação, incapacidade ou óbito do segurado, permitindo assistência à família e dependentes.

Hoje, os produtos oferecidos pelas seguradoras conseguem um nível elevado de personalização, com preços e condições que cabem no bolso do casal.

Ao longo deste conteúdo, mostramos dicas de como dividir as contas do casal. É preciso que cada um ajude proporcionalmente à sua renda aos seus ganhos, na intenção de, no futuro, conseguir alcançar seus objetivos, como uma casa, um carro ou o estudo dos filhos.

E falando em serviços de seguros, uma dúvida que pode surgir é: devo contar ao meu cônjuge que tenho seguro de vida? A resposta você pode obter lendo o artigo completo!